Conhecida pelos seus ritmos marcantes, Salvador tem uma riqueza musical que vai além deles e pode ser vista através de um cenário pulsante e diverso. Há mais de 30 anos, por exemplo, a cidade sedia um dos mais bem sucedidos projetos do país voltado para amantes de jazz. Uma vez por mês, sempre aos sábados, acontece a JAM no MAM, que a cada edição recebe um ótimo e atento público que assiste a sessões livres de jazz ao estilo jam session.
Isso tudo realizado no Solar do Unhão, um dos mais bonitos espaços na cidade, um conjunto de prédios históricos tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Para completar, está instalado às margens da Baía de Todos os Santos, o que dá a garantia a um pôr do sol imperdível durante às apresentações.
O projeto é capitaneado por sua banda, Geléia Solar, formada por músicos de primeira linha do cenário instrumental baiano, que inclui nomes como André Becker, Bruno Aranha, Felipe Guedes, Gabi Guedes, Ivan Bastos, Ivan Huol, Joatan Nascimento, Lorena Martins, Matias Traut, Paulo Mutti e Rowney Scott.
Eles sempre recebem instrumentistas convidados especiais, do cenário local, mas também artistas nacionais e internacionais, para contribuir em performances que mesclam standards da bossa nacional e do jazz internacional com referências rítmicas da cultura baiana e brasileira. Baião, samba, frevo, salsa, blues se encontram, sempre mesclados à forte tradição percussiva da música local.
O resultado é a criação de um jazz ao estilo JAM no MAM, onde a força percussiva da cultura local induz um "sotaque baiano" nas interpretações de cada música.
Isso tudo realizado no Solar do Unhão, um dos mais bonitos espaços na cidade, um conjunto de prédios históricos tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Para completar, está instalado às margens da Baía de Todos os Santos, o que dá a garantia a um pôr do sol imperdível durante às apresentações.
O projeto é capitaneado por sua banda, Geléia Solar, formada por músicos de primeira linha do cenário instrumental baiano, que inclui nomes como André Becker, Bruno Aranha, Felipe Guedes, Gabi Guedes, Ivan Bastos, Ivan Huol, Joatan Nascimento, Lorena Martins, Matias Traut, Paulo Mutti e Rowney Scott.
Eles sempre recebem instrumentistas convidados especiais, do cenário local, mas também artistas nacionais e internacionais, para contribuir em performances que mesclam standards da bossa nacional e do jazz internacional com referências rítmicas da cultura baiana e brasileira. Baião, samba, frevo, salsa, blues se encontram, sempre mesclados à forte tradição percussiva da música local.
O resultado é a criação de um jazz ao estilo JAM no MAM, onde a força percussiva da cultura local induz um "sotaque baiano" nas interpretações de cada música.